"O Bonsai é um breve pensamento poético que nos toca o coração.”

O bonsai é uma arte de possibilidades ilimitadas.

27 abril 2011

Aprenda a respeitar o tempo de sua árvore




Para os que estão começando sua trajetória na Arte do Bonsai há uma grande variedade de técnicas disponíveis a serem aprendidas que podem ajudar a manter seu bonsai vigoroso e saudável, durante todo o ano.
Estas técnicas vão desde uma poda simples ou replantio, até técnicas mais avançadas, com redução do tamanho das folhas, torção do tronco, enxertia de ramos e raízes, trabalho em madeira morta e etc.
A chave para utilizar corretamente todas essas técnicas com sucesso é: Saber como e quando utilizá-las.

Como e quando. Que significam?
Como = ter o conhecimento preciso da técnica a ser usada.  
Quando = saber a época exata para se aplicar a técnica.

 Poda de raízes na hora errada vai matar seu bonsai ou no mínimo vai enfraquecê-lo gravemente e toná-lo suscetível a doenças. Sem contar que você levará talvez um ano inteiro para recuperar a árvore o que retardará em muitos anos o tempo de obtenção de um belo bonsai.











 O que devo entender por ‘tempo da Árvore’
Você deve saber que todas as plantas têm um padrão de crescimento anual que chamamos de cíclico, e seu Bonsai não é diferente. Note que ao longo de um ano, sua árvore vai passar por uma série de estados e condições que não será repetida até o ano seguinte. Esses padrões de crescimento anual na natureza são definidos pelo ciclo anual do sol, que produz as estações e do clima da região onde ela habita, uma estação de inverno no Canadá não é a mesma coisa que uma estação de inverno no Rio de Janeiro.  Por isso é de suma importância que você aprenda a conhecer perfeitamente cada ciclo de cada espécie de árvore que possui, bem como os ciclos naturais, já mencionado de sua região. Isso porque estes padrões de crescimento anual de uma árvore podem mudar sutilmente de acordo com o clima e as condições meteorológicas da região onde mora, por exemplo: Um pithecolobium tortum em Cabo Frio no Estado do Rio de Janeiro perderá suas folhas no verão por causa da estiagem em quanto que no Estado de Minas gerais ele se manterá em pleno crescimento em meio ao calor do verão. É por isso que nem sempre o conselho de um experiente bonsaísta de uma região se aplica a outra região com características climáticas diferente. Fique atento a isso.
Para todas as técnicas a serem aplicadas a um bonsai existe um período durante o ano que ela pode ser executada sem qualquer problema. Dependendo do caráter da técnica, o termo “tempo ou período em que se pode aplicá-la” pode variar de qualquer momento ao longo de 3 ou 4 meses da estação de crescimento, para um período bem menor que poderá abranger, em algumas regiões um período de apenas 2 semanas que ocorre apenas uma vez por ano.
É aconselhável e prudente não aplicar uma técnica fora do seu tempo correto. A menos que:
- Você tenha um caso de suma urgência e
- Que você tenha plena compreensão da técnica a ser usada, das razões pela qual terá de aplicá-la e uma compreensão dos riscos do trabalho a ser executado.
Fora isso você sempre deverá cumprir rigorosamente o calendário recomendado para executar cada ação. Todo iniciante sofre de uma ansiedade perigosa a de querer ver sua árvore rapidamente formada. Nunca seja tentado a realizar uma técnica fora de época, na crença de que a árvore será transformada em Bonsai com mais rapidez, Por que muitas vezes, isso resulta em uma árvore fraca, cujo tempo de formação será muito maior. Treine a sua paciência assim como você treina sua árvore e lembre-se: Não há atalhos na arte do Bonsai. Um belo e imponente bonsai não sugira da noite para o dia só porque você ou alguém acha que descobriu uma nova maneira de fazer a coisa. 


Como se deve entender o termo calendário?
Ao falar de calendário e de ciclos devo ressaltar que é importante não se apegar a data do calendário secular para decidir quando deverá replantar, aramar, podar, ou aplicar qualquer outra técnica em seu Bonsai. Como assim?
Existe uma série de fatores que vão influenciar no tempo exato necessário para se tomar esta decisão. Ela poderá depender do clima da região onde você mora ou das condições que suas árvores estão sujeitas, se estão em uma estufa ou a pleno sol, também dependerá da saúde individual das suas árvores, bem como das espécies de árvore que você possui. Não é incomum ter árvores da mesma espécie e que estejam na mesma posição em um viveiro plantada no mesmo tipo de solo, que exigem um replantio com um mês de intervalo entre elas.
Por este motivo você deve aprender a identificar o tempo certo para cada uma de suas árvores, por exemplo: o replantio de uma árvore decídua deve ser realizado quando as suas gemas começarem a inchar e não porque um cara de um continente distante diz na Internet ou em algum livro, fazê-lo em fevereiro ou março. Muitos Sites e livros de bonsai vão lhe dar uma data fixada para você aderir, isso ocorre provavelmente porque o autor quer simplificar muitas explicações sabre o assunto tempo. E caso você ainda assim queira aplicar tais conselhos levando ao pé da letra tais informações, acabará por desenvolver graves problemas de saúde no seu bonsai. 
Observar os sinais em sua árvore pode não ser a maneira mais fácil de aprender a usar uma técnica, mas lembre-se: - Quando começar a aprender a entender os sinais e a reagir a eles, o resultado da aplicação das técnicas em suas árvores será muito melhor. Em vez de fixar uma data do calendário, aprenda a ler o sinal que a árvore está te dando. Se quiser aprender na Net não há problema apenas tente encontrar fontes que explicam quais os sinais que você deve procurar em suas árvores para cada técnica a ser aplicada.

 Aguardar o Tempo de recuperação é importante.                                                         Outro tempo que deve ser levado em consideração é o tempo de recuperação. O que é tempo de recuperação? É a quantidade de tempo que uma árvore necessita para se recuperar da aplicação de uma técnica – em outras palavras, recuperar-se de um trabalho realizado sobre ela. 
Quando uma árvore é trabalhada seja uma poda, ou uma simples aramação. Há um período de tempo em que ela está em um estado debilitado, isso significa que a energia da planta será direcionada em resposta ao trabalho executado, ou seja, na sua recuperação. Por exemplo: quando fazemos uma desfolha em uma árvore vigorosa ela irá direcionar a sua reserva de energia na produção de novas folhas o que resultará em folhas menores, entretanto sua floração será perdida visto que a energia foi direcionada para o desenvolvimento de uma nova folhagem. Então é preciso entender que durante este tempo de recuperação, se outro trabalho for executado na mesma árvore,acarretará a divisão desta energia o que  pode induzir a árvore, já enfraquecida, a um estado onde ela não consegue se recuperar das duas ações ou crescerá muito lentamente ou poderá até mesmo morrer
Vou citar um exemplo muito comum que ocorre com muitos iniciantes e que leva ao enfraquecimento de suas árvores: as desfolhas (remoção de todas as folhas em pleno verão) e poda de raízes. Qualquer uma destas técnicas pode ser realizada com grande sucesso em árvores saudáveis e vigorosas. No entanto, desfolhar uma árvore no meio do verão, que ainda não se recuperou totalmente da poda de raízes realizada na primavera, pode ter um efeito devastador sobre um bonsai. Você poderá desfolhar uma árvore quando for replantá-la para evitar a perda de água,
mas não poderá fazê-lo antes que a árvore se recupere plenamente das podas realizadas em suas raízes.

Não permitir tempo suficiente de recuperação entre os trabalhos, é um erro muito comum de ocorrer principalmente para os iniciantes. Saber o tempo necessário para essa recuperação dependerá de muitos fatores, tais como analisar o vigor das espécies de árvores utilizadas, a saúde individual da árvore no momento do trabalho e que efeito terá sobre a árvore a aplicação da técnica naquele momento.
Em regra geral, o trabalho mais agressivos necessitará de um período mais longo de tempo para a recuperação. Um exemplo: Uma árvore retirada de Yamadori que estava em um campo crescendo livremente por décadas, poderá levar 3 ou mais anos só para recuperar todo o sistema radicular perdido com a sua retirada.
O tempo de recuperação pode ter uma variação de dias para o caso da poda de uma árvore vigorosa como um Ficus, ou até mesmo meses para o caso da poda de raízes de uma conífera ou uma árvore mais fraca ou até mesmo anos, como já foi dito, poderá levar anos para as árvores que foram recolhidas na natureza.




Faça Anotações.
Dizer com precisão quanto tempo uma árvore necessitará para se recuperar de um trabalho é difícil. Por isso não vou dar uma tabela generalizando os prazos de descanso para cada técnica usada. Essa é uma coisa que deverá ser aprendida com muito tempo de observação, estudando e anotando cada técnica a ser aplicada em cada espécie de árvore, no tempo correto de sua aplicação e observando e anotando a reação da árvore em cada ação, a cada trabalho; só com grande experiência você poderá saber quando uma árvore está crescendo com vigor renovada após cada trabalho. 

OBS: É preciso deixar claro que o aparecimento de brotos e folhas novas, por si só não são indicativos de que uma árvore já se recuperou de um trabalho que foi realizado. Por exemplo, algumas árvores como as mirtáceas armazenam energia e brotam rapidamente após a poda severa de seus ramos e de suas raízes, porém este fato por si só não indica que novas raízes estão se desenvolvendo. A nova brotação cessará seu crescimento tão logo a energia armazenada se esgote e a árvore poderá levar anos para que uma nova brotação vigorosa venha a ocorrer novamente. Fique atento a isso. Procure conhecer plenamente todas as características de sua árvore e faça boas anotações sobre as técnicas usadas e os resultados obtidos, isso ajudará muito na aplicação futura da técnica.

Paciência
Lembro-me quando eu iniciei na Arte de ir a uma floricultura e comprar uma saudável e linda azaléia e uma jabuticabeira todas com um bom potencial e ir para minha casa e imediatamente cortar grande parte de suas raízes e galhos e aramar do meu jeito todos os galhos para colocá-la em um vaso de bonsai, mesmo sendo o meio do verão no Rio de Janeiro aonde a temperatura chega facilmente a 44 graus durante o dia e mesmo a noite não cai para menos de 30 graus. Lembro de ter ficado mui to satisfeito com o resultado já me sentido um mestre na Arte. É claro que perdi muitas azaléias e inúmeras outras árvores por conta dessa falta de paciência. Quando se está aprendendo pode ser muito difícil resistir à tentação de plantar um ótimo material conseguido em um vaso de bonsai, mesmo sabendo que não se esta no tempo apropriado.
O que conseguimos com a falta de paciência é ter uma árvore enfraquecida demais para responder com vigor a técnica utilizada, e que não conseguirá crescer adequadamente para se tornar aquele bonsai que imaginamos, embora, ainda para a nossa sorte ela não tenha morrido.
Entenda que uma técnica aplicada na época errada pode não matar a árvore mais poderá atrasar a aplicação de outras técnicas que contribuiria para a formação da árvore em um maravilhoso bonsai. Por exemplo: Uma poda realizada próximo ao inverno pode não causar problemas para quem esta em regiões quentes como o Rio de Janeiro, porém dependendo da espécie e da região em que se cultiva o bonsai o crescimento no inverno será nulo ou quase nulo e quando à primavera chegar a sua árvore ainda não terá recuperado o vigor que precisaríamos para a aplicação de outras técnicas que deveriam ser aplicadas neste período que só se repetirá no próximo ano, você ainda poderá observar que alguns ramos ficaram muito fracos e que outros foram perdidos. E acabamos por verificar no que a nossa falta de paciência resultou: Uma planta que necessitará de mais um ano para que ela se recupere completamente. Conclusão: No bonsai, quanto mais pressa tivermos mais de vagar agiremos.

Se eu tivesse tido um pouco de paciência, a azálea e a jabuticabeira recém adquirida por mim naquele verão poderiam ter esperado até a primavera para serem plantadas e durante este período eu poderia ter observado melhor sua forma e até mesmo ajudado a fortalecê-las. Eu teria esperado apenas mais seis meses e executando a tecnica no tempo correto, durante a primavera seguinte, o bonsai resultante seria uma árvore vigorosa e dentro de pouco meses, após o tempo de recuperação, ela estaria pronta para sofrer poda e a aramagem. E o mais importante: Se eu tivesse tido paciência não teria perdido muito tempo e nem muitas árvores
 Paciência é a parte mais difícil de aprender quando se trata de usar o tempo correto para seu proveito. A tentação de plantar e estetizar sua árvore recém adquirida em um vaso de Bonsai pode ser difícil de resistir. No entanto, com estudo e a aquisição de experiência você aprendera que obedecendo às regras de tempo, o seu progresso e o das suas árvores será sempre muito mais rápido.


Eduardo Guedes.



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22 abril 2011

Tae Kukiwon Bonsai: Yamadori.


Yamadori é o nome que se dá à colheita de árvores directamente na natureza para transformação em bonsai. Não há dúvidas que essa técnica é capaz de produzir um bonsai com idade e características que dificilmente se consegue produzir em uma árvore de viveiro. A maioria dos lindos Bonsai vistos hoje no japão foram conseguidos dessa forma. Atualmente na NET. as paginas que se destinam ao bonsai tem ficados cheias de fotos de pessoas que estão retirando árvores de nossas matas sem o menor conhecimento do espírito e da técnica a ser usada, Alguns novos na arte, influenciados por videos de grandes bonsaístas renomado internacionalmente que transformam um toco retirado por Yamadori em um lindo bonsai, veem nesta, a oportunidade de conseguir uma árvore imponente em menor tempo. Eles se esquecem ou não sabem, que aqueles lindos bonsai apresentado ao publico em fotos magníficas, demandaram anos de trabalho de seu criador, mesmos aquelas árvores trabalhadas nos videos exibidos no Youtube, levaram anos para chegarem aquele estágio agora apresentados. Muitas, desde o momento que foram descobertas até o momento de sua retirada, tiveram de esperar anos só para serem levantada do chão, foi preciso cavar, cortar as raízes velhas e passar algum hormônio enraízador, depois tapar o buraco sem retirar a árvore do seu lugar e esperar pacientemente dois ou três anos até que novas raízes se desenvolvessem e fossem capaz de sustentar toda a planta e só depois disso é que ela foi levada para casa para ser colocada em uma caixa, com solo apropriado e deixada descansar por mais um ou dois anos e muitas vezes mais que isso, até que ela se recuperasse completamente de todo stress sofrido, para só então começar o trabalho de estilização em um bonsai. Infelizmente não é isso que ocorre. Vejo pessoas arrancarem verdadeiro toco sem raízes e exibi-los como troféus, sem se preocuparem se a árvore ira sobreviver, muitas são plantadas em solo inapropriados e pior, são aramadas tão logo os primeiros ramos aparecem. Arrancar uma árvore do chão é coisa que qualquer um pode fazer, mas fazê-la alcançar o vigor e a beleza de uma árvore que da seus frutos a cada estação sem que percebamos a ação do homem sobre ela, isso sim e meritório. A vocês que estão arrancando árvores sem saber que o verdadeiro espírito do Yamadori é fazer de tudo para que a árvore possa expressar toda a plenitude de sua beleza e as marcas do tempo como uma assinatura de sua luta pela vida, Não mostrem um toco sem folhas como troféu, apresentem a nós o resultado depois de anos de trabalho, podas e modelagem, para que avalie-mos o seu talento. Um verdadeiro bonsai não se consegue em algumas horas mais é fruto de dedicação constante e de uma inimaginável paciência


As fotos a segui pertence a Bonsai Gallery of Walter  
                                                                                             
                                                                                            
Considero Walter Pall um exemplo de dedicação e paciência nesta arte, suas árvores  recolhidas nas montanhas Alpinas possuem naturalidade e grande qualidade. Ele é conhecido mundialmente pela qualidade de suas criações bonsai. 
Espero que a seqüencia de fotos possam ajudar a entender claramente o processo de formação e a paciência necessária ao longo dos anos  no desenvolvimento de um yamadori em um belo Bonsai que só é conseguido por aqueles que adquirem o verdadeiro conhecimento e o espírito correto desta arte.

                                                             European Spruce (Norway Spruce), Picea abies 1986


7 Março de 1988

Agosto de 1993

Verão de 2006

Verão de 2007

Junho de 2010.

Obrigado Walter por permitir a publicação destas fotos.






Chamaecyparis lawsoniana ´Albo-picta`* Kengai clássico - variante reta.

Chamaecyparis lawsoniana ´Albo-picta`* Kengai clássico - variante reta.


Infelizmente não tenho fotos da árvore antes de ser estilizada e nem logo depois de ter sido. Esta foto foi tirada alguns meses após ela ter sido fortemente podada e torcida. No momento da foto sua forte brotação indicava uma boa recuperação.

O galho que foi posto na horizontal outrora era a árvore principal e retilínea. ambos os ramos possuem a mesma espessura será preciso fazer com que a árvore que formará o ápice torne-se mais grossa que a árvore que formará a cascata.

Esta árvore teve o trabalho iniciado em março de 2008 - foi podada e aramada objetivando ser conduzida ao estilo Cascata variante classica - reta - e deixada crescer livremente por 6 meses quando os diverços arames foram retirados. A partir daí começaram as podas visando densificar a copa. Alguns arames foram colocados mais tarde para manter a forma. A foto acima foi tirada em Outubro de 2008.


Vista de outro ângulo. Uma boa adubação foi mantida durante todo o período.


Este trabalho foi feito em 20 de Agosto 2009 - Foi terminado o trabalho de tensão no ramo em queda e a árvorerecebeu sua forma final. Alguns galhos foram deixados sem poda isso provocara seu crescimento e eles ganharão grossura..
Quando o vigor for retomado ela será outra vez estilizado..

... após o inverno as cúpulas em cascatas serão podadas e se tornarão mais leves ...

vista de cima. Agora as ramadas estão mais cheias recuperadas da poda anterior


... após o inverno as cúpulas em cascatas serão podadas e se tornarão mais leves ...

25 de outubro 2010.

Vista de cima. A massa foliar ficou mais compacta com a boa rotina de podas. 25 de outubro 2010.


Fases do desenvolvimento
A figura desta árvore muito tem me incomodado. Há uma pertubação na Harmonia de todo conjunto. Isso se dá pelo fato de que existe um conflito entre a árvore de cima com a em queda. A árvore de cima possui um movimento de explosão de dentro para fora na horizontal - linha vermelha - Ao contrário da árvore de baixo onde a energia da árvore desce faz uma curva e volta verticalmente para cima ( Compare as duas fotos). A árvore de cima possui ramos horizontais que flutuam se afastando do tronco principal, - linha verde - enquanto a árvore de baixo possui seus ramos podados em meros pom-pons. Ainda temos na árvore de baixo uma curva monótona voltada para baixo seguido de uma reta, este movimento é quebrado por um movimento tortuoso do tronco principal e as curvas dos ramos que saltam dele num movimento contrário. Sem falar que o ápice esta no formato de Pom-pom e todas as massa de folhagem estão muito cheias. * Teremos que corrigir tudo isso para que aja uma harmonia em todo o conjunto.

Veja que já se pode notar que o tronco da árvore acima do vaso está agora bem mais grosso que o tronco da cascata.

compare antes e depois.



A  foto acima foi tirada em 5 Maio de 2011 Quando uma estilização foi feita na árvore em queda visando corrigir uma leve curvatura no tronco e dar forma ao ápice invertido. Após a intervenção ficamos com 8 massas de folhagem.  O segundo ramo e o terceiro se encontram na mesma altura , no inverno o  terceiro aramo será abaixado dando mais harmonia ao conjunto.



No Futuro  parte superior da árvore será reduzida e as massas de folhagens da árvore em queda também, isso dará mais equilíbrio a todo conjunto.


20 Maio 2011 - A copa será podada e ficará mais leve. Khozam.


Aguarde mais fotos.